Vampire Empire surgiu como uma brincadeira há cerca de quatro anos. Pouco tempo depois nasceu a idéia de tranformá-lo num livro.
O sonho se manteve e o primeiro volume – O corvo e o lobo – foi finalizado em 2008, e está em vias de ser registrado na Biblioteca Nacional, para em seguida ser publicado. O segundo – A Revolução Francesa – vem sendo escrito desde 2009.
Vampiros sempre fizeram parte do imaginário humano, causando temor devido ao peculiar hábito alimentar dessas criaturas.
As primeiras histórias envolvendo vampiros os descrevem como criaturas maléficas, com pacto com o demônio, não melhores do que sanguessugas.
Mais tarde surgiram versões em que os vampiros são seres sedutores que conquistam e matam cruelmente suas vítimas.
Anne Rice inovou com a visão de um vampiro que não era de todo ruim, porém mantinha um lado humano que tornava a necessidade de tomar sangue motivo de depressão.
Recentemente surgiu a visão do vampiro que odeia sua própria situação e se priva completamente de tomar sangue humano, os vampiros vegetarianos. Certas caracteristicas antes nunca mencionadas forma acrescentadas: não morrer sob a luz do Sol, porém brilhar, o que vai contra toda lenda vampiresca e – adicionamos opinião pessoal aqui – estraga todo o mito do vampiro.
Em algumas versões, há um mocinho humano tentando matar o terrível mal que é o vampiro.
Vampire Empire não segue nenhuma dessas linhas.
Em Vampire Empire, o vampiro não vive em função dos humanos. Aliás, humanos aqui são muito poucos e sem grande relevância. Conheça o lado deles. O lado de criaturas que não vêm problema algum em matar humanos para se alimentar, mas que também não o fazem por prazer. Ao contrário do imaginário das pessoas, vampiros não existem para aterrorizar. Eles simplesmente existem. Matar humanos é tão necessário para eles quanto matar boi é para os homens. E é com a mesma indiferença que o fazem.
Você já conhece o lado dos humanos.
Conheça agora o dos vampiros.